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Agentes da Cáritas Piauí participaram do Grito dos Excluídos do dia 7 de setembro

11 de setembro de 2018
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Agentes da Cáritas Piauí participaram do Grito dos Excluídos do dia 7 de setembro.

Com o tema “Vida em primeiro lugar” e o lema “Desigualdade gera violência: BASTA DE PRIVILÉGIOS! ”, o 24º Grito dos Excluídos aconteceu no último dia 07 de setembro, no Encontro dos Rios e seguiu pela Avenida Boa Esperança, na Zona Norte da capital, diferente da edição passada que ocorreu juntamente com o desfile tradicional do dia da Independência, na av. Mal. Castelo Branco.

Participaram do ato, Comunidades Eclesiais de Base (CEBs), Cáritas Brasileira Regional do Piauí, Organização Popular (OPA), Pastoral da Juventude do Meio Popular (PJMP), Comissão Pastoral da Terra (CPT), Central Única dos Trabalhadores (CUT), Centro de Defesa Ferreira de Sousa, Mov. Hip Hop Batalha de MC´s, Missionários Redentoristas e Sindicato dos Urbanitários.

Além de várias causas a serem expostas durante a manifestação neste 7 de setembro, a causa mais urgente e especifica do Grito deste ano, em Teresina, foi o apelo dos moradores da Avenida Boa Esperança, que pedem para continuar residindo no local apesar do Projeto Lagoas do Norte, que prevê a retirada das famílias que residem na região. Maria Lúcia Oliveira, presidente do movimento “Lagoas do Norte Para Quem? ”, falou sobre a importância da manifestação, “essa é uma luta de Teresina, porque a Zona Norte é um museu vivo, as histórias estão aqui, foi aqui que a história começou, e as pessoas têm que permanecer aqui”, declarou.

O Grito dos Excluídos nasceu de uma iniciativa conjunta da Igreja Católica com movimentos sociais. O padre Júlio Ferreira, participante do movimento, falou sobre as bandeiras que defende. “Estamos fazendo isso justamente para questionar essa data comemorativa do 07 de setembro, da independência do Brasil. Que independência é essa, se o nosso povo continua dependente? Se a nossa nação continua dependente? ”, questionou-se o padre.

O Grito se constitui em um espaço de luta pela mudança, através da mobilização e resistência popular. Nesse contexto, os movimentos e pastorais envolvidos na organização como Comissão Pastoral da Terra, Cáritas Brasileira Regional do Piauí e Missionários Redentoristas reforçam a confirmação de que bandeiras de defesa são pertinentes, porque vivemos em “uma sociedade excludente”.

“A grande maioria da sociedade vive à margem dessa mesma sociedade, sem direito à moradia, à alimentação adequada, sem direito à saúde, ao trabalho, e todos esses aspectos fazem parte da vida e da dignidade humana. Enquanto tivermos uma parcela, que seja uma pessoa da sociedade que passe por essa situação, há sim sentido no Grito dos Excluídos, ainda que esse excluído não seja o que grite, mas os seus irmãos devem gritar por ele”, afirma Adonias Moura, secretário regional da Cáritas Piauí.

ASCOM_Cáritas-PI

Colaboração: ASCOM_Arquidiocese de Teresina e portal G1 Piauí.

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