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Encontro de PMAS da Cáritas Regional aconteceu no último fim de semana em Teresina

03 de julho de 2018
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O Encontro de Planejamento, Monitoramento, Avaliação e Sistematização (PMAS) da Cáritas Brasileira Regional do Piauí aconteceu nos dias 29 e 30 de junho, no Centro Guadalupe, em Teresina(PI).

Participaram do Encontro a Cáritas Regional do Piauí, Cáritas Diocesanas de São Raimundo Nonato, Floriano, Oeiras, Parnaíba e Campo Maior, Alessandra, da Cáritas Nacional e demais convidados.

Os objetivos do Encontro foi o de “olhar sobre os desafios e perspectivas da Rede Cáritas no contexto atual” e realizar o Monitoramento do POA/2018 (Primeiro Semestre), com base nos Indicadores das Orientações Estratégicas, apresentado pelo assessor da Cártias Regional, Carlos Humberto.

Após a apresentação foram feitos os ajustes e acréscimos no PMAS do que será realizado até o final do ano, quando acontecerá o Encontro de Avaliação, marcado para o mês de dezembro de 2018, em São Raimundo Nonato (PI).

O secretário executivo da Cáritas Regional, Adonias Rodrigues, abriu o Encontro, desejando boas vindas a todos e a todas e frisou que esse é o momento de partilhar e construir, pensar e repensar as ações, os planejamentos a partir da conjuntura que se apresenta, valorizou também a presença de Alessandra Miranda, do secretariado nacional da Cáritas, que vem priorizando e disponibilizando a assessoria para o momento de monitoramento dos regionais. Deu continuidade ao Encontro, apresentando a programação e relatando o sentimento de pesar pela morte de Dom Miguel Fenelon Câmara Filho, Arcebispo emérito de Teresina, que faleceu dia 28 de junho deste ano.

João Evangelista, assessor pedagógico da Cáritas Regional, fez a análise de conjuntura política atual do Brasil, com o tema: DESAFIOS E PERSPECTIVAS NA REDE CÁRITAS NACIONAL E REGIONAL NO CONTEXTO ATUAL. “Precisamos olhar os desafios a partir da conjuntura atual do nosso país. Estamos vivendo nesse momento um cenário político de incertezas, o governo atual está priorizando o grupo de elite e dificultando o acesso a políticas públicas voltadas para o povo”, falou Joãozinho.

Existe um processo mercantil muito grande com a exploração de minérios, energia eólica, investindo capital a nível mundial para exploração dessas energias ditas limpas, tudo mercantilizadas que não gera lucro para o povo, mas para um grupo pequeno de grandes empresários.

As pessoas estão apáticas diante dessas leituras, precisa-se enxergar caminhos a percorrer, precisa-se olhar também para a igreja, onde a Cáritas está inserida, pensando na dimensão de organização das pessoas, das famílias, das escolas, a fim de que se lute por políticas públicas e direitos voltados para as classes menos favorecidas.

“A Cáritas tem um desenho com as suas diretrizes, e precisamos olhar para ele, precisamos exercitá-lo, organizar a Cáritas a partir de nossas sistematizações. Temos que nos organizar como rede olhando para a realidade local, do estado, do país. Olhar para os princípios e missão. Precisamos nos sentir Cáritas como um todo, para construir sustentabilidade política e eclesial. Precisamos ter elementos para construir saídas para estas questões em debates”, pontua Joãozinho.

Alessandra Miranda, do secretariado nacional da Cáritas, falou sobre as violações da dignidade humana (Refugiados, segurança pública, violência contra a mulher, fome e desnutrição, desemprego e outras diversas violações da dignidade humana que estão sendo desrespeitadas). O que a Cáritas diz; oportunidade de repensar; desafios; e o que temos a nosso favor.

A Cáritas trabalha com cinco temas prioritários: migrantes e refugiados; crianças, adolescentes e jovens; mudanças climáticas e de gestão de riscos; economia popular solidária; convivência com os biomas.

“Nós podemos aproveitar esse momento para repensar nossas estratégias com as pessoas e para as pessoas que estão na linha de frente do extermínio e violência? Repensar formas de incidências social e políticas em cenários de total ausência de escuta da população. Esse governo é o pior de aceitação no país e no que isso altera? Isso já é um dado para a mudança, mas não acontece nada. Como podemos fazer incidência política se não somos escutados? E dentro disso temos os desafios dentro da Cáritas. Temos desafios que é para rede Cáritas”, falou Alessandra.

Aproveitando a oportunidade do Encontro, Alessandra falou sobre a campanha 10 milhões de estrelas e a II Jornada Mundial dos Pobres:

Esse ano a proposta do projeto 10 milhões de estrelas é oferecer encontros com conteúdo para trabalhar a cultura da paz com as famílias.

Como estratégia de comunicação é que o secretariado nacional e regionais articulem atos públicos, como também a celebração ecumênica pelo natal dia 10 de dezembro.

A II Jornada mundial dos pobres e semana da solidariedade que acontece de 12 a 18 de novembro de 2018 é uma proposta do Papa Francisco, que seja vivenciado nas dioceses com as famílias empobrecidas, na semana da solidariedade, nos dias 12 a 18 de novembro, simultâneo nas igrejas do mundo inteiro. É uma ação da CNBB, e a Cáritas tem o papel de animar este processo. Em 2017 foi realizada pela primeira vez a Jornada Mundial dos Pobres.

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